25/02/2022 às 10h58min - Atualizada em 25/02/2022 às 10h58min

Desemprego no Estado do Pará cai no 4º trimestre

Dados divulgados pelo IBGE se referem aos meses de outubro, novembro e dezembro de 2021, em comparação aos demais trimestres

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Com o índice de 11,0% nos meses de outubro, novembro e dezembro de 2021, taxa de desocupação teve recuo no estado do Pará quando comparado com os demais trimestres do respectivo ano, cujos índices foram de 11,9% no 3° trimestre, 13,5% no 2° trimestre e 13,9% no 1° trimestre, dados são da Pesquisa Nacional Por Amostra de Domicílio Contínua (Pnad Contínua), divulgados ontem (24) pelo IBGE.

O Estado do Pará ficou em 12° na classificação das unidades da federação quando se refere a taxa de desocupação, ficando atrás dos estados de Santa Catarina (4,3%), Mato Grosso (5,9%), Mato Grosso do Sul (6,4%), Rondônia (6,8%), Paraná (7,0%), Rio Grande do Sul (8,1%), Goiás (8,7%), Roraima (9,2%), Minas Gerais (9,4%), Tocantins (9,6%) e Espírito Santo (9,8%).

No que se refere à Região Norte, a taxa de desocupação atingiu o índice de 11,2%, ficando empatado em 3° lugar junto com o Sudeste na tabela das regiões, cujas demais taxas de desocupação foram 6,7% no Sul, 8,4% no Centro-Oeste e 14,7% no Nordeste.

Os dados da Pnad também apontaram que nos meses de outubro, novembro e dezembro existiam dentro da força de trabalho 3,6 milhões de pessoas ocupadas perante 450 mil pessoas desocupadas no estado do Pará. Já na região Norte, esses dados são de 7,7 milhões de ocupados perante 986 mil desocupados na região.

A pesquisa apontou que, quanto ao rendimento médio real habitual, o estado do Pará ficou estimado em R$ 1.715 no 4 ° trimestre, o que representou uma variação de -8,5% em relação ao mesmo período do ano anterior.

SETOR PRIVADO

A Pnad Contínua também apontou que os números em relação à carteira assinada nos empregos no setor privado não trouxeram variação significativa no trimestre pesquisado, cujos valores foram estimados em 715 mil pessoas com carteira de trabalho assinada e 685 mil pessoas sem a carteira de trabalho.

No que tange a questão da informalidade, o estado do Pará apontou a maior taxa de informalidade (62,7%) no Brasil, em contrapartida com Santa Catarina, que apresentou a menor (27,3%).


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