21/10/2017 às 00h57min - Atualizada em 21/10/2017 às 00h57min

O mistério continua: onde está Marcelo Damacena? Homem teve o caminhão roubado em Canaã e está desaparecido há mais de 10 dias

O caminhão reapareceu, somente a carga foi roubada. As investigações continuam, mas até agora não se tem ideia do que aconteceu com o homem

Kleysykennyson Carneiro - Jornal In Foco
Procura-se Marcelo Damacena, vivo ou morto! Esse é o sentimento da família do motorista que está desaparecido há mais de 10 dias. Os familiares de Marcelo estão na cidade desde a última terça-feira (17) e vivem uma verdadeira angústia. O homem saiu de Marabá com destino a Tucumã. Em sua escala de trabalho, estavam as cidades de Eldorado e Canaã dos Carajás. Ao chegar em solo canaense, Marcelo fez algumas entregas e depois não foi mais visto em circulação no município.
 
Alguns dias depois, o caminhão foi encontrado intacto próximo à Vila Feitosa. A carga havia sumido e, para trás, não sobrou nenhum vestígio sequer de Marcelo. As investigações continuaram, mas o que se viu foi um verdadeiro mistério. A vítima sumiu e não deixou rastros. Foi quando o desespero começou.


 
Em conversa, a família da vítima relatou o clima de filme terror em que estão vivendo nos últimos dias. As investigações avançaram e já existe um suspeito de ter cometido o crime, o homem encontra-se foragido no momento. No começo da tarde desta sexta-feira (20), a polícia civil conduziu até a delegacia a esposa do suspeito. Ela afirma não saber de nada e desconhecer as atividades do marido.
 
Ainda na tarde de sexta, a Polícia Militar encontrou, em uma casa que teria sido usada pelo suspeito, uma pá, uma picareta, uma enxada e um colchão com manchas de sangue. O tio da vítima relatou que, ao ver estes vestígios, teve certeza que o sobrinho está morto: “Queremos que essa pessoa nos diga pelo menos onde está o corpo, pois queremos dar a ele um enterro digno” afirmou.
 
A principal suspeita é de latrocínio, roubo seguido de morte. A Polícia Civil continua as buscas ao suspeito e à vítima. As investigações seguem em sigilo e maiores informações ainda não podem ser divulgadas.
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