12/08/2022 às 09h39min - Atualizada em 12/08/2022 às 09h38min

Belém tem ato em defesa da democracia e da educação

Na capital paraense, o ato realizado por entidades estudantis, sindicais e sociedade civil. A manifestação era contra o corte de verbas para a educação, sobretudo destinada às universidades públicas, e a favor da democracia

- jornalinfoco.com
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Nesta quinta-feira (11), pelo menos 23 capitais participaram do  Ato em Defesa do Estado Democrático e do Sistema Eleitoral. Na capital paraense, o ato realizado por entidades estudantis, sindicais e sociedade civil, se  manifestaram contra o corte de verbas para a educação, sobretudo destinado às universidades públicas, e a favor da democracia e de eleições seguras.

Durante a mobilização, os manifestantes usavam bandeiras, faixas e placas que continham dizeres contra o governo federal, e pedidos de "Fora Bolsonaro", os manifestantes se concentraram no Mercado de São Brás e saíram em cortejo até a praça da República.

Manifestações pró e contra governo tomam as ruas de Belém

Realizada no Dia do Estudante, a principal manifestação estava relacionada às verbas para educação pública, que sofreram cortes para investimento do ensino, principalmente nas universidades, e o veto pelo governo federal ao reajuste no valor repassado aos estados e municípios para a merenda escolar.

“Hoje é o Dia do Estudante que, a depender do Bolsonaro, tanto os estudantes das universidades quanto os das escolas de ensino fundamental e médio, são descartados. Por isso, nosso grito é por toda comunidade estudantil”, declarou Vanessa Alencar, 24 anos, universitária.

A manifestação realizada na noite desta quinta-feira (11), em Belém, foi uma entre as muitas que ocorreram em várias cidades brasileiras que foi chamada de ato pró-democracia, que reuniu movimentos estudantis, sindicais, sociais, políticos, artistas, intelectuais, entre outros descontentes com as políticas públicas e instabilidade democrática do país. “Precisamos nos unir para que a democracia e nossos direitos prevaleçam, contra um governo que quer enfraquecer e acabar com tudo isso”, concluiu Renato Leal, pedagogo.


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