30/05/2017

Raul Lopes Carneiro, 3 anos

NO BERÇO

Quem completou 3 anos nesta terça-feira, 30, foi o dono desse sorrisão aí da foto: Raul Lopes Carneiro.
Raul é filho dos jornalistas Silvia Lopes e Kleysykennyson Carneiro, coloboradores desse jornal.
Felicidades, Raul! E muitos anos de vida!

Abaixo um texto em homenagem ao aniversariante escrito pelo papai.

Ei, moleque essa tua teimosia ainda mata a gente de rir. Essa tua insistência, esse teu olhar que se perde no horizonte, esse teu amor desmedido, a tua paixão incomparável pela bravura comunista do Robin Hood. 
Raul, os teus feitos também são históricos, tal qual o teu Robin Hood. Sabia, moleque? 
Ninguém marca tanto alguém como você, Raul... E a gente fica sempre sem saber como fazer pra te amar um pouco mais e deixar claro que o nosso coração é e sempre será todo por ti. 
Moleque, sabia que vira e mexe tu faz o teu pai chorar? Com essas tuas declarações sem querer, teu carinho sem tanto porquê assim, o teu choro fácil (que nem é mais tão fácil assim), os teus olhos que quando batem na gente fazem da gente a pura paz.
Raul, nem sei como faz pra frear o tempo. 3 anos voaram, menino! 
E agora já dá até pra gente conversar e é uma felicidade só ouvir você me contar sobre o teu dia, as tuas desavenças com Maria, as tuas façanhas de super-herói que é, o orgulho por já nem precisar de fraldas mais... Raul, ninguém muda o mundo como você, meu filho, ninguém faz uma revolução como você. 
Raul, que não leva desaforo pra casa, que não larga esse boné por nada (nem pra dormir), que não solta a bola de futebol por nada (afinal de contas é dele, né?) que encasqueta que não quer tirar o sapato, que veste a cueca que quer e bate o pé quando alguém vem dizer que não... Mas que, aos poucos, cede, porque é criança e criança é bicho que não tem o que querer não, mesmo que seja tu, Raul. 
Menino, hoje são 3 anos e 3 milhões de histórias pra contar, fora as que tu já sabe inventar, e eu só posso dizer que tudo o que existe em mim, vem de você (e de Maria, é claro). Que antes da tua chegada (e da Maria também), o que havia no meu coração era só um arremedo de sentimento que eu achava que era amor, mas aí surge você e mostra pro meu coração que aquele arremedo não era nada comparado ao que você fez em mim. 
E a gente se dá tão bem, né Raul? Futebol, filmes, desenhos, luta de espadas e abraços quentes... A gente é um pro outro, Raul, sabia?
Feliz aniversário, menino! E obrigado por existir, meu filho. Vida mesmo antes de você não havia, mas agora tem e isso é o que importa.
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